Na fotografia de infravermelho, o filme ou sensor de imagem utilizado é sensível à luz infravermelha. A parte do espectro utilizado é referido como infravermelho próximo para distigui-lo à partir de infravermelho distante, o que é o domínio de imagem térmica. Comprimentos de ondas usados para a gama de fotografia a partir de certa de 700 nanômetros até 900 nanômetros, essa luz não é visível, pois o seu comprimento de luz é maior do que o da luz visível ao olho humano.
Então para se conseguir ver a luz infravermelha é preciso um filtro de modo a isolar os comprimentos de onda da luz infravermelha, para serem captados pelo sensor da máquina. Quando esses filtros são utilizados em conjunto com infravermelho-sensível filme ou sensores, podem ser obtidos muitos efeitos na câmera, como imagens em cor falsa ou preto e branco como uma aparência de sonho, entre outros. Há uma pequena contribuição de fluorescência da clorofila, mas isso émarginal e não é a a causa do brilho visto nas fotografias de infravermelhos.
A fotografia de infravermelho mostra uma espécie de efeito térmico, normalmente as árvores e folhagem branca e céus com nuvens destacas, é o uso mais comum. Os céus escuros, por sua vez, resulta em menos luz infravermelha em sobras e reflexos escuros desses céus de água, e as nuvens vão se destacar fortemente. Estes comprimentos de onda também penetam alguns milímetros na pele e da uma aparência de olhar leitoso para retratos, embora muitas vezes parecem preto.
A fotografia de infravermelho apresenta uma nova forma de ver o mundo, a luz que não se vê. Os resultados finais têm sempre algum grau de imprevisibilidade e é isso o que torna interessante e fascinante.


















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